PARAMOUNT BLU PARA FEVEREIRO DE 2011

by Kas 30. November 2010 15:57

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LOG ON EM BD PARA DEZEMBRO DE 2010

by Kas 26. November 2010 06:12
  • VIDA SELVAGEM (4 discos)
  • SEGREDOS DA HISTÓRIA (duplo)
  • FOTOGRAFIAS ESPETACULARES (duplo)
  • COLAPSO - JARED DIAMOND
  • A INCRÍVEL MÁQUINA HUMANA

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WARNER BLU PARA JANEIRO DE 2011

by Kas 26. November 2010 06:09
  • AMOR À DISTÂNCIA (com Drew Barrymore e Justin Long)

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EDITORA NBO ANUNCIA NOVOS BDS!

by Kas 20. November 2010 04:02

 

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FOCUS BLU EM DEZEMBRO DE 2010

by Kas 20. November 2010 03:57
 

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HARRY POTTER E A JORNADA ATÉ AQUI

by Kas 20. November 2010 03:45

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL ***

Harry descobre que descende de bruxos e que está matriculado na prestigiada escola de bruxaria Hogwarts, onde conhece Hermione e Ron, seus melhores amigos. O diretor Chris Columbus exagera no açúcar e nas piadas infantis, mas tem o mérito de escalar um elenco infantil (que cresce muito bem) e adulto formidável, além de recuperar o clima das aventuras infanto-juvenis dos anos 1980 (mas sem a mesma ousadia).

HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA **

Por vezes indigesta mistura do estilo adocicado de Columbus com uma tentativa de criar algo mais sombrio. Resulta num filme desconjuntado, o mais fraco da série, longo demais para adultos e crianças. Alguém me explica o motivo de Hagrid ser homenageado por toda a escola no final? E desde quando provas canceladas é uma coisa boa? Em seu segundo ano em Hogwarts, Harry descobre a existência de um diário que pode levar à câmara secreta do título, onde vive uma perigosa criatura.

HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN ****

O cineasta mexicano Alfonso Cuarón foi o escolhido para levantar a série após o tropeço do filme anterior, e o faz com grande pompa, ajudado pela fotografia expressionista do genial Michael Seresin e pela estupenda partitura musical de John Williams. Trata-se de uma fantasia deslumbrante, estilosa e criativa, que finalmente traduz como cinema a magia dos livros de J.K. Rowling, não se contentando apenas em ser uma ilustração em movimento dos mesmos. Um perigoso prisioneiro escapa da prisão Azkaban e vem atrás de Harry. Assustador, mágico e divertido.

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO ***

Coube ao inglês Mike Newell tirar as gorduras de um dos livros mais prolixos da série e investir no relacionamento entre os personagens. Mesmo com morte de um dos estudantes no clímax, que eleva o senso de ameaça da série, são as cenas mais românticas e leves que deixam marca no espectador, como a sequência do baile.

HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX ****

O também inglês David Yates, escolado na TV britânica, traz um bem vindo contexto político para a mais subversiva das aventuras de Potter. Aqui, os alunos de Hogwarts se revoltam com a presença de uma professora fascista e resgatam a Ordem da Fênix, uma espécie de SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS destinada a treiná-los na defesa contra as artes das trevas. O melhor filme da série ao lado de O PRISIONEIRO DE AZKABAN.

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE ***

Após sua bem sucedida estréia no universo de Potter com o longa anterior, se esperava mais do diretor David Yates, que, no entanto, conduz de forma burocrática este sexto episódio (baseado no pior livro da série), que nunca diz a que veio. Harry e Dumbledore partem em busca da Horcruxes, objetos mágicos nos quais o maligno Voldemort escondeu pedaços de sua alma. Enquanto isso, são revelados fatos do passado do vilão. Com o corte substancial de elementos da trama original, o clímax fica sem sentido, nunca justificando a missão de Draco Malfoy.

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HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE I

by Kas 20. November 2010 03:31

Estes são tempos sombrios, não tem como negar, diz o Ministro da Magia (Bill Nighy) logo na cena de abertura de HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE I (HARRY POTTER AND THE DEATHLY HALLOWS - PART I, Reino Unido/EUA, 2010). Sombrios, sem dúvida. Foi-se a segurança de Hogwarts, a escola de bruxaria onde Harry Potter (Daniel Radcliffe) se refugiava das forças do mal ano após ano. Foi-se também a segurança provida por Prof. Dumbledore (Michael Gambon), diretor da escola e mentor de Harry, assassinado no filme anterior, vítima da traição de alguém da própria instituição. Cabe a Harry, auxiliado pelos valorosos e fiéis Hermione (Emma Watson) e Ron Weasley (Rupert Grint), manter-se em fuga constante dos asseclas de Voldemort, ao mesmo tempo em que procura pelas Horcruxes restantes, objetos mágicos onde o vilão escondeu partes de sua alma, de forma a permanecer imortal.

Harry sabe que encontrar as Horcruxes é a única forma de derrotar definitivamente Voldemort, mas a busca não será fácil. Além de não conhecer a forma e a localização destes objetos, o bruxinho é procurado por todos após a tomada do poder por Voldemort e não pode confiar nem mesmo em alguns de seus aliados. Resta a ele a amizade de Ron e Hermione. E é esta amizade que será testada nesta primeira metade cinematográfica do tomo final das aventuras de Harry Potter.

Resultado de uma opção mais comercial do que propriamente artística, a divisão do último livro da série de J.K. Rowling em dois filmes não deixa de trazer benefícios potenciais para a narrativa. Afinal, sobra mais tempo para o desenvolvimento de temas que, de outra forma, ficariam esmagados em meio aos momentos “grandiosos” que marcam o clímax da aventura. E são nesses pequenos momentos que o diretor David Yates encontra a razão de ser desta parte inicial do longo adeus de Potter. Como aquele belo interlúdio em que Harry consola Hermione ao som de O Children, de Nick Cave and the Bad Seeds, onde fica claro que, por mais que as circunstâncias sejam propícias, nada mais do que a pura amizade reside entre os dois. É um oásis delicado em meio à tensão constante e à falta de perspectiva de vitória.

É bem vindo também o resgate que Yates faz da abordagem política que marcou HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX, sua primeira incursão na série. O mundo da magia, tal como se encontra dominado por Voldemort, lembra a Alemanha de Hitler em sua busca pela pureza racial. Na emocionante sequência em que Harry, Hermione e Ron invadem o Ministério da Magia e mais precisamente o escritório de Dolores Umbridge (Imelda Staunton), fica claro a visão que o mal, na visão de Yates, vem do fascismo. Todos os bruxos nos altos cargos se vestem exatamente como membros da SS e da Gestapo. A imprensa é comprometida e os suspeitos de atividade subversiva são condenados sem a menor chance de se defenderem.

Dois novos colaboradores, ambos egressos de MOÇA COM BRINCO DE PÉROLA, trazem ótimas contribuições ao trabalho já formidável de uma equipe de altíssimo nível. O diretor de fotografia português Eduardo Serra encontra tons mais opacos de cores e sombras para retratar este mundo em transformação, e o compositor francês Alexandre Desplat pontua a jornada emocional dos protagonistas com uma partitura musical à altura dos trabalhos de John Williams e Patrick Doyle na série (e superior aos de Nicholas Hooper).

Sendo esta a primeira parte de uma longa conclusão, é normal que alguns conceitos sejam lançados no ar sem o devido desenvolvimento. As informações que questionam o passado e a nobreza de Dumbledore, por exemplo, são citadas, mas deixadas de lado. Não é desculpável, porém, o descaso de Yates e do roteirista Steve Kloves com a narrativa. Esta vai num crescendo dramático, sem nunca encontrar um clímax adequado e emocionante o suficiente que deixe o espectador salivando pela parte final, a ser lançada em julho de 2011. Ecos do tratamento burocrático que Yates e Kloves deram ao episódio anterior, O ENIGMA DO PRÍNCIPE, assustam aqui, já que este é exatamente o momento em que as emoções estão no auge e que, por isto, não deveriam ser represadas.

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Cinema

FLASHSTAR BLU PARA DEZEMBRO DE 2010

by Kas 20. November 2010 03:20

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SONY BLU PARA JANEIRO DE 2011

by Kas 11. November 2010 14:18
      

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EUROPA FILMES EM BLU PARA DEZEMBRO DE 2010

by Kas 11. November 2010 14:17

  

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